
Alguns funcionários afirmam que além de não receberem seus salários em dia, estão sendo obrigados a tirarem plantões de suas folgas e não receberem pelo mesmo. Muitos deles alegam ter cerca de dez plantões com horas extras e não recebem pelo serviço.
Eles afirmam também que o sindicato da categoria e a reitoria da Universidade estão cientes do que acontecem, mas não se movimentam em busca de uma solução para o problema.
A empresa conta hoje com cerca de 100 funcionários espalhados por todos os campus da Universidade em todo o estado.
Os mesmos pedem providências para a Delegacia Regional do Trabalho para que a situação possa se resolver o quanto antes.
O início do período letivo na UESPI está previsto para o mês de Março, e com a chegada dos novos alunos, a movimentação deve ser maior, e conseqüentemente requer um maior esquema de segurança.
Uma nova greve traria grandes transtornos para toda a comunidade acadêmica da Universidade, que já a mesma não conta com um calendário bem organizado devido à grande incidência de greves.
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