A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), por meio da Coordenação de Imunização, dará início à 26ª Campanha de Vacinação contra Influenza a partir do dia 25 de março. O Ministério da Saúde antecipou a vacinação e tem como meta vacinar 1.225.382 milhão de pessoas.

Devido ao aumento da circulação de vírus respiratórios, a Sesapi está mobilizando os municípios para iniciar a vacinação e priorizar a imunização dos grupos-alvo da campanha.
“A vacina protege contra os vírus que começam a circular no país a partir de abril, então a estratégia foi antecipar a imunização. No Piauí, a Sesapi já está coordenando os municípios para o início da campanha e para alcançarmos um número maior de pessoas vacinadas”, explica Bárbara Pinheiro, coordenadora de Imunização da Sesapi.
Segundo o informe técnico do Ministério da Saúde, os seguintes grupos serão prioritários nesta campanha:
Crianças de 6 meses a menores de 2 anos;
Crianças indígenas de 6 meses a menores de 9 anos;
Trabalhadores da saúde;
Gestantes e puérperas;
Professores dos ensinos básico e superior;
Povos indígenas;
Idosos com 60 anos ou mais;
Pessoas em situação de rua;
Profissionais das forças de segurança e de salvamento;
Profissionais das Forças Armadas;
Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade);
Pessoas com deficiência permanente;
Caminhoneiros;
Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso);
Trabalhadores portuários;
Funcionários do sistema de privação de liberdade;
População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos).
Para as crianças que serão vacinadas pela primeira vez, a Sesapi recomenda duas doses da vacina, com um intervalo de 30 dias entre cada dose. Leila Santos, Superintendente de Atenção à Saúde e Municípios da Sesapi, destaca que a vacina protege contra os principais vírus em circulação no Brasil.
“A vacina utilizada é trivalente, ou seja, contém três tipos de cepas de vírus em combinação, protegendo contra os principais vírus em circulação no Brasil”, afirma.
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