
O Ministério do Trabalho e Emprego atualizou, nesta segunda-feira (6), a chamada “lista suja” do trabalho escravo, incluindo o cantor Amado Batista e outros 168 empregadores. Com a nova atualização, o cadastro passa a contar com 613 nomes, sendo 102 pessoas físicas e 67 jurídicas. A inclusão ocorre somente após a conclusão de processos administrativos, nos quais são garantidos o contraditório e a ampla defesa, e os nomes permanecem publicados por um período de dois anos.
De acordo com o documento oficial, o artista foi autuado em duas fiscalizações realizadas em Goiás, no ano de 2024, quando 14 trabalhadores teriam sido encontrados em situação irregular e posteriormente resgatados.
Em resposta, a assessoria de Amado Batista, representada por seu filho Bruno Batista, negou a ocorrência de resgate de trabalhadores em propriedades do cantor. Segundo a nota enviada ao SBT News, os funcionários continuam atuando normalmente no local.
A defesa afirma que a fiscalização ocorreu em uma fazenda arrendada para o cultivo de milho, onde foram identificadas irregularidades envolvendo quatro trabalhadores vinculados a uma empresa terceirizada contratada para serviços de abertura da área de plantio.
Ainda conforme a assessoria, o caso foi tratado em 2024 por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público do Trabalho (MPT), com todas as obrigações trabalhistas devidamente regularizadas. A equipe jurídica do cantor informou que medidas administrativas já estão sendo adotadas para o encerramento do processo.
Da Redação (Com informações do SBT News)







