O sétimo caso da doença de mormo este no Piauí foi registrado em um equino em uma propriedade rural de União, 59 km de Teresina. A Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi) informou que o animal foi sacrificado e a propriedade passa por testes. Mais quatro casos foram registrados em Teresina e dois em Altos somente em 2019.
O Parque de Exposição Dirceu Arcoverde foi interditado depois de receber um animal infectado e aguarda segundo exame para saber se local é foco da doença desde setembro de 2019.
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Doença de mormo atinge equinos. — Foto: Reprodução/TVCA
“O primeiro exame foi realizado e deu negativo para os 55 animais do local. Nós realizaremos um segundo exame para podermos desinterditar o local e a Expoapi aconteça de forma tranquila”, disse o Idílio Moura.
Quatro focos foram registrados nas três cidades já citadas. Um deles é na clínica de animais de grande porte do Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal do Piauí (HVU-UFPI), que registrou dois animais infectados e está interditada desde julho deste ano.
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Clínica de Grandes Animais do HVU-UFPI — Foto: Reprodução/TV Clube
“Um cavalo deu entrada na clínica de Grandes Animais da UFPI e após testes identificamos um outro infectado e a área foi interditada e passa pelo processo de saneamento”, contou Idílio Moura, gerente de Defesa Agropecuária da Adapi.
Doença de mormo
O mormo é uma doença infectocontagiosa, que atinge equinos e que pode ser transmitida para humanos.
Em animais, os sintomas da zoonose são: febre, fraqueza, corrimento viscoso nas narinas e a presença de nódulos subcutâneos, nas mucosas nasais, nos pulmões e gânglios linfáticos. O contágio acontece através do contato com o material infectante, como pus, secreção nasal, urina e fezes.
FONTE: G1







