
As emoções desempenham um papel importante na saúde do coração e podem estar diretamente relacionadas à pressão alta (hipertensão arterial). De acordo com a coordenadora do curso de Enfermagem, Marcela Figueiredo Martins, a ansiedade e a hipertensão são condições distintas, mas frequentemente se associam, gerando impactos significativos no bem-estar das pessoas.
A especialista explica que a ansiedade crônica pode provocar respostas fisiológicas capazes de elevar temporariamente a pressão arterial, enquanto a hipertensão, por sua vez, pode intensificar sintomas ansiosos, como irritabilidade, insônia, tremores e palpitações, criando um ciclo de influência mútua.
Marcela reforça que fatores de risco como sedentarismo, má alimentação, estresse, histórico familiar, uso de álcool, tabaco e obesidade contribuem para a hipertensão. Já no caso da ansiedade, experiências traumáticas, estresse no trabalho, doenças físicas ou crônicas e predisposições individuais estão entre os principais gatilhos.
Ela ressalta ainda a importância do acompanhamento médico e psicológico, do monitoramento da pressão arterial e da adoção de um estilo de vida saudável. Exercícios físicos, alimentação equilibrada, terapias de controle do estresse e, em alguns casos, uso de medicamentos são fundamentais para reduzir riscos e preservar a qualidade de vida.
Da Redação (Com informações do Cidade Verde)







