Gostaria de tocar em um ponto que infelizmente não queria sobre o programa Superstar. Comparado com a edição passada que a Banda Malta levou o caneco para casa, a edição desse ano parece evidenciar aspectos que estão longe de uma bela noite de música. Com apresentações convincentes essa edição já nos mostrou o encanto da banda Devir (que conseguiu impressionantes 90% dos votos e fez o telão subir como nunca), a contagiante energia da Big time Orchestra, a música inovadora de Dois africanos e a letra adulta e convincente em forma de um rock poético da Supercombo, entre outros exemplos. No entanto os comentários ainda seguem direcionados para a cadeira dos jurados, em especial da imortal que não morre no final Sandy. Convenhamos, ela não é ruim. Está longe de ser e mesmo que fosse, vamos reprisar as músicas e ouvir com atenção, afinal a música nova brasileira está cada vez com menos espaços na mídia e não podemos nos ater a detalhes tão pequenos.
Museu vivo Sempre gosto de relembrar fatos do passado que de alguma forma mudaram a maneira de ver, ouvir ou sentir o entretenimento e há vinte anos atrás uma animação conseguiu fazer isso. As animações já tinham seu espaço no cinema mas sempre com seu apelo infantil atrelado a elas. Tudo mudou em 1995( ano que o cinema se rendeu a Run, Forrest, Run) quando pela academia indicou O Rei Leão para três categorias. Simba não só deixou um clássico imediato ao cinema como elevou os filmes de animação ao público adulto. A história é um pacote completo: ação, aventura, roteiro impecável e trilha brilhante. Impossível dizer que vimos só uma vez
Vi, adorei e preciso comentar Prometo que será um comentário de um fã de quadrinhos sobre Vingadores SEM SPOILERS. A primeira coisa a ser dita sobre o novo vingadores é que ele é feito especialmente para quem gosta de quadrinhos, a dinâmica do filme entrega isso logo de cara. Fugindo da primeira fase da Marvel nos cinemas no qual os diretores se viram obrigados a explicar a origem de cada personagem, esse filme foge dessa essência e parte para o contexto logo de cara, assim como filmes anteriores que mergulharam no puro dinamismo de um quadrinhos adaptado a sétima arte. A Marvel já tinha feito recentemente algo parecido com a sequencia de Capitão América e X-men dias de um futuro esquecido, mas essa Vingadores: A Era de Ultron tem um objetivo claro: colocar os pingos no i’s. A humanização dos personagens é evidente (desde o arqueiro com a família ao Hulk e a viúva negra compartilhando suas bagagens de vida) e a porta de entrada para a renovação já anunciada pelos estúdios Marvel. É um filme para ter o Box de colecionador
Até a próxima Guardiões da Galáxia =]
POR: Bruno Veronez








