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Onda de terror cresce e polícia pede calma a população de Picos

Imagem divulgada nas redes sociais
Imagem divulgada nas redes sociais

As noites de sono dos picoenses estão mais difíceis nos últimos dias. O motivo é uma série de assaltos e um total de três homicídios ocorridos em menos de uma semana. Ao todo, já são oito mortes criminosas nos sete meses de 2016, em comparação com um total de 12 registradas no ano passado.

O mais recente homicídio ocorreu na noite desta quinta-feira (28). A vítima foi o jovem recruta José Antonio de Sousa Filho, 18 anos, executado na casa da namorada, no Povoado Retiro, zona rural de Picos. Os assassinos ainda feriram a adolescente D.M.S, 17 anos, com um tiro na cabeça. A bala ficou alojada próxima ao olho da garota, que foi transferida para Teresina ainda na noite de ontem. A polícia acredita que o crime tenha motivação passional.

#SOSPicos
#SOSPicos

A onda de crimes gerou protestos e insatisfação nas redes sociais e uma série de apelos com hastag (#) SOSPicos. As postagens pedem mais segurança e reclamam a presença do poder público nas ruas da cidade.

Em resposta à situação, segundo informou o tenente Edivan Martins, relações públicas do 4º BPM, foram suspensas as férias de policiais que estavam afastados, visando reforçar o efetivo nas ruas do município. Além disso, 20 militares e quatro viaturas da capital foram deslocadas para atuar no policiamento de Picos.

Martins pede cautela à população, pois a onda de pânico estaria associada a boatos de assaltos e até sequestros que não ocorreram. “Nós temos que ter cuidado em algumas notícias que não procedem e que estão circulando nas redes sociais de assaltos que não existem”, pontua.

Em entrevista recente ao Grande Picos, o tenente coronel Edwaldo Viana, comandante do 4º BPM, afirmou que grande parte dos crimes que ocorrem na cidade estão associados ao tráfico de drogas.

FONTE: Grande Picos

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