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Cinco dias antes de estupros coletivos, homem tentou matar uma mulher em Castelo do Piauí

O homem suspeito de ser o mentor do estupro coletivo de quatro adolescentes, em Castelo do Piauí (PI), no dia 27 de maio, teria tentado matar uma mulher durante um assalto na mesma cidade cinco dias antes dos crimes. Segundo o promotor responsável pelo caso, o homem de 40 anos tem uma lista extensa de crimes, inclusive no Estado de São Paulo.

Suspeito de ser o mentor do estupro coletivo Foto: Reprodução
Suspeito de ser o mentor do estupro coletivo
Foto: Reprodução

De acordo com o promotor Cesário Cavalcante Neto, no dia 22 de maio, o suspeito e outros dois homens assaltaram um posto de combustíveis em Castelo. Sousa foi atrás da vítima para roubar a bolsa dela, com R$ 3.500 dentro. A mulher tentou reagir acelerando o carro contra ele e acabou sendo baleada no ombro. Os comparsas foram presos, mas Sousa conseguiu fugir.

No dia 27, após o estupro coletivo das quatro adolescentes, a polícia estava à procura de Sousa por causa do assalto e encontrou as motocicletas usadas pelas garotas para ir até o Morro do Garrote. Sem saber que as vítimas haviam sido jogadas do barranco, os policiais levaram os veículos para a cidade, pois acreditavam que estavam abandonados.

Horas depois, parentes das vítimas reconheceram as motos e a procura pelas jovens se intensificou até elas serem encontradas desacordadas e bastante feridas no morro.

Segundo o delegado Laércio Evangelista, o assalto e os estupros são os únicos crimes de que a polícia tem certeza que foram cometidos por Sousa. Porém, o promotor descobriu que o homem já havia sido preso por 17 anos em São Paulo em razão de outros delitos, como porte ilegal de arma, tráfico de drogas e homicídio.

Há dois meses, Sousa voltou a Castelo do Piauí, onde mora a família do pai dele. Não se sabe se o suspeito é casado ou se tem filhos.

De acordo com o promotor, Sousa foi denunciado no Piauí por porte ilegal de arma de fogo, estupro qualificado, homicídio qualificado, três tentativas de homicídio qualificado, corrupção de menores e associação criminosa (antiga formação de quadrilha). Somadas, as punições podem chegar a 151 anos e dez meses.

FONTE: R7

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