
Na ação movida pelo Estado, a alegação é que o movimento vem causando graves prejuízos à segurança pública com consequências para a população. Alega ainda que a legislação da categoria não assegura o direito de greve.
Os policiais iniciaram o movimento no dia 2 de junho e nenhuma das partes quer ceder. O Estado alega que não tem como realizar o aumento de forma integral, da forma como foi acordado, e deu a proposta de parcelamento, para não correr o risco de ultrapassar o limite de gastos com a folha de pagamento.
SINPOLPI COMENTA SOBRE A ILEGALIDADE
O Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Estado do Piauí (Sinpolpi) ainda não foi notificado sobre a decretação da greve da categoria pela Justiça do Estado conforme havia solicitado o Governo do Piauí. A informação é do presidente do Sinpolpi Constantino Júnior.
O sindicalista disse ainda que a entidade está convocando uma assembleia geral da categoria para a próxima quarta-feira (17) em frente à Delegacia Geral a partir das 10 horas quando os policiais deverão decidir se mantém ou acabam o movimento de paralisação.
“Foi a categoria quem decidiu pela paralisação e também cabe a ela terminar ou não a greve”, disse Constantino, acrescentando que estas possibilidades serão discutidas durante a assembleia geral.
Para o presidente do Sinpolpi essa discussão é importante porque na decisão que torna a greve ilegal, o desembargador James Pereira também marcou para o próximo dia 24 uma audiência de conciliação entre os representantes dos policiais e do Governo no próprio TJ-PI.
FONTE: 180 Graus







