Pouco mais de 24 horas após a aprovação do uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford/Astrazeneca pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Governo do Estado conduziu a vacinação contra a Covid-19 dos seis primeiros piauienses na tarde desta segunda (18), para o momento histórico foram escolhidos: o médico obstetra Joaquim Vaz parente, de 76 anos, que atua há 45 anos na da Maternidade Dona Evangelina Rosa, já realizou em torno de 20 mil partos em toda sua vida profissional, e fez o terceiro parto da história da MDER; a enfermeira Sheyla Barbosa dos Santos de 33 anos, que atua na UTI Covid-19 do Hospital Natan Portella, e foi responsável por receber o primeiro paciente com o vírus na unidade de saúde; a técnica de enfermagem Marta Regina de Sousa Madeira, de 42 anos, funcionária do Hospital Getúlio Vargas; a técnica de enfermagem Modestina da Silva, de 60 anos, que atua na linha de frente no Hospital Infantil Lucidio Portela; além da médica pediatra Amariles Borba.
Primeiro vacinado, Joaquim Parente destacou a simbologia da vacinação na guerra contra o novo coronavírus, apontando que agora é possível ver uma luz ao final do túnel. “Depois de uma estrada sinuosa permeada de momentos de escuridão, esse momento pode ser coroado com o aparecimento dessa luz no fim do túnel que para nós pode representar a primeira barreira a ser erguida contra essa pandemia que tanto tem assolado o mundo, é com grande satisfação que me dispus a tomar essa primeira dose da vacina. Quero agradecer a Deus a partir de agora estar no processo de imunização contra o coronavírus”.
Presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), o médico Gilberto Albuquerque enalteceu a parceria entre as mais distintas esferas do Poder, reverberando que a união dos entes fará com que possamos vencer a pandemia. “Teremos em poucos dias mais de 11 mil pessoas que estarão livres dessa doença, diante dessa pandemia quando chega nosso principal defensor temos que agradecer a Deus por permitir desenvolvê-las, as instituições e autoridades que tornaram isso possível, reitero o agradecimento a todos homens e mulheres que tornaram isso possível, eu sei o quanto se tem medo e insegurança quando se contrai essa doença, sei toda a evolução, acompanhei mais de 600 pacientes e garanto a vocês, não existe homem forte, no momento em que fiz meu exame e encontrei alteração pulmonar, garanto que toda segurança, firmeza, começa a balançar. O que puder fazer para reforçar a saúde, integrar, nós faremos. Unidos seremos mais fortes e teremos mais resultados para a população”.
FONTE: Meio Norte








